Veja o Mundo da minha maneira.

Beba a doce decadência da morte.

terça-feira, 21 de setembro de 2010


Beba a doce decadência mortal não temas a morte pois ela é a felicidade eterna onde só resta o esquecimento dos nossos medos e sofrimentos.
Viva sem medo, não se esconda por temer rumores alheios pois os invejosos falam mal para desabafar suas vontades que tanto temem realizar...
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Memorias Passadas.

domingo, 19 de setembro de 2010

 Fantasias, doces fantasias que nossa mente cria para pregar peças ao longo da nossa vida inútil, é como cair na doce armadilha do amor, igual a uma planta carnívora que atrai sua presa com um liquido doce e uma vez que se afoga nele é devorada, é assim que me sinto quando amo, uma simples vitima de um sentimento cruel demais para ser vivido.
 As vezes chego a acreditar que minha vida é igual a um castelo de cartas que construo ate que alguém o faz cair ai tenho que começar tudo outra vez...
 Oh vida cruel e injusta, por isso não fecho os olhos para cada passo meu, ao contrario de muita gente, gosto de saber onde estarei pisando,para não cair em um poço de ilusões...

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Carta-desabafo-padrão

sexta-feira, 17 de setembro de 2010





Nome da cidade, tanto de tanto de dois mil e tanto

Nome do destinatário

Envio esta carta porque nunca mais quero você na minha frente. E dessa vez falo sério. Nunca mais quero ouvir a sua voz, mesmo que seja se derramando em desculpas. Nunca mais quero ver a sua cara, nem que seja se debulhando em lágrimas arrependidas. Quero que você suma do meu contato, igual a um vírus ao qual já estou imune.
A verdade é que me enchi. De você, de nós, da nossa situação sem pé nem cabeça. Não tem sentido continuarmos dessa maneira. Eu, nessa constante agonia, o tempo todo imaginando como você vai estar. E você, numas horas doce, noutras me tratando como lixo. Não sou lixo. Tampouco quero a doçura dos culpados, artificial como aspartame.
Fico pensando como chegamos a esse ponto. Como nos permitimos deixar nosso amor acabar nesse estado, vendido e desconfiado. Não quero mais descobrir coisas sobre você, por piores ou melhores que possam ser. Não quero mais nada que exista no mundo por sua interferência. Não quero mais rastros de você no meu banheiro.
Assim, chega. Chega de brigas, de berros, de chutes nos móveis. Chega de climas, de choros, de silêncios abismais. Para quê, me diz? O que, afinal, eu ganho com isso? A companhia de uma pessoa amarga, que já nem quer mais estar ali, ao meu lado, mas em outro lugar? O tédio a dois - essa é a minha parte no negócio? Sinceramente, abro mão. Vou atrás de um outro jeito de viver a minha vida, já que em qualquer situação diferente estarei lucrando. Mas antes faço questão de te dizer três coisas.
Primeira: você não é tão interessante quanto pensa. Não mesmo. Tive bem mais decepções do que surpresas durante o tempo em que estivemos juntos.
Segunda: não vou sentir falta do teu corpo. Já tive melhores, posso ter novamente, provavelmente terei. Possivelmente ainda esta semana.
Terceira: fiquei com um certo nojo de você. Não sei por quê, mas sua lembrança, hoje, me dá asco. Quando eu quiser dar uma emagrecida, vou voltar a pensar em você por uns dias.

Bom, era isso. Espero que esta carta consiga levantar você do estado deplorável em que se encontra. Mentira. Não espero nenhum efeito desta carta, em você, porque, aí, veria-me torcendo pela sua morte. Por remorso. E como já disse, e repito, para deixar o mais claro possível, nunca mais quero saber de você.
Se, agora, isso ainda me causa alguma tristeza, tudo bem. Não se expurga um câncer sem matar células inocentes.
Adeus, graças a Deus.

Nome do remetente.


P.S.: esta não é mais uma dessas cartas-desabafo.
P.S. do P.S.: esta é uma carta-desabafo-quase-música-de-Adriana-Calcanhoto.



Autora: Fernanda young
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Mundo Irreal

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

  

  
  Tudo começou com um documentário sobre a esquizofrenia e como os pacientes reagiam a esse distúrbio mental, o Dr. Igor um senhor serio, alto de cabelos brancos e barba grisalha, um medico e cientista muito respeitado que estudou durante muitos anos sobre a esquizofrenia e estava à procura da cura para esse distúrbio já há muitos anos e acabara de desenvolver um novo tratamento para esse tipo de distúrbio mental mais ainda não o tinha testado, ele trabalhava em um sanatório para doentes mentais onde um caso o chamou atenção parecia ser um novo tipo de esquizofrenia mais avançado que o normal um menino de apenas 12 anos que se chamava Lynck Almasy que vivia em seu próprio mundo irreal, ele era um garotinho muito perturbado parecia ter sofrido muitos traumas na infância, pois ele tinha muito medo e um vazio enorme parecia consumir seus pequenos olhos azuis. Dr. Igor viu que lá estava à chance de testar a sua nova técnica mais antes teria que tomar algumas iniciativas ele teria que ter a aceitação dos pais e como essa técnica ainda não havia sido testada seria mais difícil obter a aprovação deles, como o menino acabara de ser internado na clinica ele resolveu esperar alguns dias para estudar um pouco sobre o garoto ele queria saber mais sobre a sua vida, saber como ele reagia a coisas novas, palavras estranhas e ruídos, como o menino não deu muita atenção nem demonstrou nenhuma alteração, Dr. Igor notou que ele realmente sofria de algum tipo muito estranho de esquizofrenia algo que em todos estes anos de estudo ele nunca havia visto o garoto tinha medo de algumas pessoas e alguns objetos normais, Dr. Igor viu que seria mais complicado do que pensava resolveu aprimorar ainda mais o seu novo tratamento e dar mais tempo para o menino se habituar ao novo ambiente, certo dia quando o garoto foi levado para o jardim do sanatório para tomar sol ao ar livre o ele se exaltou quando um dos internos começou a tocar violino Dr. Igor notou que o menino reagia muito bem ao som do violino a musica o acalmava ele parecia estar mais alegre enquanto aquela linda melodia pairava no ar era uma harmonia linda e suave, quando a musica parou o garoto voltou ao seu estado anterior mais parecia estar mais tranqüilo quanto ao contato com outras pessoas, pois ele se aproximou do interno que tocara o violino, seu nome era Walter era um senhor muito modesto e gentil embora não tivesse uma boa aparência pois era meio estranho e desarrumado mais o menino não se importou o garoto segurou sua mão e o olhou nos olhos o interno falou olá garotinho meu nome é Walter como você se chama? O menino não respondeu, apenas continuou olhando para ele como se estivesse esperando alguma coisa. Walter logo notou que na verdade o menino estava esperando que ele tocasse novamente e assim o fez ele tocou a musica que mais gostava Lacrimosa de Mozart, o garoto ficou admirando a musica sentado ao lado do senhor que tocava nada parecia ser melhor para o garoto ele se sentia muito bem e Walter muito satisfeito por ter alguém que realmente gostava de ouvi-lo tocar, todos os dias Walter tocava para ele ate o dia em que o Doutor resolveu fazer uma visita aos pais do garoto para falar sobre a sua técnica e as chances que o menino tinha de viver uma vida normal longe do seu distúrbio, os pais do garoto se chamavam Albert e Valeria Almasy eles eram pais muito severos e não se importavam muito com o filho apenas queriam que o garoto tivesse um bom futuro mais não pensavam no que o menino sentia a respeito disso o pobre garoto tinha necessidade de amor e carinho, mais seus pais o tratavam como adulto, os pais do menino discutiram sobre o assunto do tratamento com o doutor e acabaram aceitando a nova técnica que iria ser iniciada o quanto antes.
No dia seguinte enquanto o menino escutava o seu amigo Walter tocar, dois enfermeiros chegaram ao pátio para levá-lo para a sala de tratamento intensivo, tentaram levá-lo mais o menino resistiu Walter interrompeu a musica, o menino foi levado à força, Walter não suportou ver o menino que chorava com tanta intensidade estendendo-lhe a mão e tentou impedir, mais acabou sendo segurado pelo outro enfermeiro ele não pode fazer nada para impedir que Lynck fosse levado, levaram-no para a sala de tratamento intensivo onde o Doutor o esperava para iniciar o tratamento o mesmo iniciou sua técnica sem a certeza de que iria dar certo e o garoto entrou em estado de coma durante uma semana, quando Lynck saiu do coma notou que algo estava errado o seu mundo já não era o mesmo seu mundo ilusório a quem ele tanto amava havia desaparecido para sempre, havia sido trocado por um mundo onde nada tinha sentido um mundo onde pessoas se matavam para conseguir algo que parecia ter importância para elas mais na verdade não valia nada.
 O Doutor notou que o menino tinha acordado o garoto ainda estava um pouco atordoado mais logo normalizou e começou a gritar, ele gritava e chorava como nunca, os enfermeiros o seguraram e lhe aplicaram uma injeção para tranqüilizá-lo com alguns minutos o garoto parou de gritar, ele estava confuso nunca iria se acostumar aquele mundo tão terrível, no dia seguinte o menino não quis comer nada. Ao se passarem três dias após o tratamento o menino ficou doente sem nenhum motivo aparente, doutor Igor achou que poderia ser algum efeito do tratamento e não deu muita importância ate que o estado do menino piorou ficou fora do normal o Doutor não conseguiu achar nenhuma solução para a sua doença e o garoto piorava mais e mais ate que ele resolveu trazer Walter ate o menino, o menino estava muito fraco não notou que era ele ate porque em seu mundo Walter tinha outra imagem, então ele começou a tocar seu violino tocou a musica que o garoto mais gostava, Lacrimosa, o garoto olhou para ele levantou sua mão com um olhar triste e uma lagrima escorreu do seu rosto e em uma fração de segundo o garoto perdeu suas forças o brilho no seu olhar havia desaparecido e o seu pulso havia parado, embora eles tentassem reanimá-lo nada mais poderia ser feito pelo garoto e naquela tarde chuvosa ao som de uma das mais lindas melodias o garoto morreu, deixando para aquelas pessoas a certeza de que o seu mundo irreal o deixava muito mais feliz do que o mundo real em que vivemos. 
Autor : Lucas Nathan
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Desabafo...

terça-feira, 14 de setembro de 2010


Escuro, muito escuro bem no fundo do meu ser,um vazio da lugar a um sentimento inocente aparentemente, mais cruel para quem o sente e já o conhece, felicidade? Oh oque é felicidade? Apenas um minuto onde supostamente não estarei chorando...
Como são tolos os homens filhos de um só pai capazes de amar e odiar, e assim sofrer por seus atos...
Como comparar a perfeição de um Deus aos infames atos de um homem? Não existe perfeição se existisse perfeição não existiria o erro! Eis a minha questão! Fomos feitos imperfeitos aos olhos do pai, pois hoje ele nos julga por nossos atos...
As vezes eu me pergunto, é tão forte a dor da perda? As pessoas estão acostumadas a valorizar apenas as coisas que já não tem... Será que eu tambem sou assim? Pronto Desabafei...
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Água sagrada do luar

domingo, 12 de setembro de 2010



Vivo e ainda sofrendo, sempre sofrendo....Estaca de madeira enfiada em meu coração, atravessando este antigo coração... Água sagrada cure minhas feridas! Todas as coisas mudaram de lado... A lágrima do Demônio derrama luz em meu coração, porém estes traidores olhos secretos enganaram minha alma, traindo a
escuridão....
A noite é doce, nunca enganosa ou traiçoeira. As luzes cruéis no despertar do amanhecer são minhas verdadeiras inimigas... Eu tenho visto minha queda... – o fim de tudo. Água sagrada, derrame luz sobre minha vida! Água sagrada, todas as coisas mudaram de lado... Seus raios sagrados me trouxeram de volta á vida, presentearam- me, concederam- me novas visões. Sagrada luz da Lua....
Sopor Aeternus
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Posso Beijar Tua Ferida?


Posso beijar tua ferida,
Talvez isto possa curar minha alma
Livrar-me deste túmulo, iluminar minha escuridão, me fazer completo.
Permita-me tomar tua mão, e juntos voarmos para um lugar solitário, onde como “amantes” poderemos morrer.
Em uma terra... tão escura... de sete luas... eterna noite, com um céu de milhões de estrelas, ainda, para nós não há nenhuma luz... – Lá não espera-se luzes.
Sopor Aeternus
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