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Longe das condenações

terça-feira, 5 de julho de 2011


Voa, voa para longe, longe de tudo aquilo que te condenas.
Tão distante de tudo, seus gritos ecoam ao luar, ao soar do silencio, gritos sem ecos, gritos, apenas gritos...
Como se sentes pobre criança? Sem ninguém a te ouvir?
Esquecida na escuridão, longe da condenação, onde o seu reflexo não perturbam mais os olhos daqueles que lhes condenam.
Olhe ao seu redor, o que você vê? Um abismo ao lado de um deserto, não se engane com sonhos perdidos no tempo, eles apenas a querem afundar no esquecimento.
Voa, voa não olhes para trás, a distancia não é o bastante para o mal que estais por vir.
Suas lamentações alimentam o desejo daquilo que lhe persegue, o medo do amanha despedaça o que um dia foi seus sonhos.
Suas lagrimas ressecam seus sentimentos, a sua inocência se foi junto com o amor de uma pequena criança...

2 Comentários:

Rony Nicodemos em 18 de julho de 2011 13:25 disse...

Não há nada mais aquecedor que o frio da solidão!

IlusionCastle em 21 de julho de 2011 06:01 disse...

Com certeza amigo, falou e disse, é como o vento que nos acaricia a cada toque, e arrepia nossa pele com seus sussuros...

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